31/07/2013

Aluguel de imóveis em São Paulo cresce 10% em 2013

Pesquisa aponta que valor médio do aluguel ficou em R$ 2.200 contra R$ 2 mil em 2012

Fonte: ZAP Imóveis

Assim como os preços dos imóveis não param de subir, os valores dos aluguéis também têm registrado um significativo crescimento em 2013 na cidade de São Paulo.

Aluguel de imóveis em São Paulo cresce 10% em 2013
Os imóveis mais procurados no período foram os de dois dormitórios, que responderam por 50% dos novos contratos (Foto: Banco de Imagens / Think Stock)

Segundo pesquisa divulgada pela Lello Imóveis, empresa que atua em administração imobiliária no Estado, o valor médio das novas locações cresceu 10% no primeiro semestre do ao em relação ao mesmo intervalo de 2012. Passou de R$ 2 mil para R$ 2.200.

E uma das razões pelo aumento nos valores praticados no mercado está diretamente relacionada com a alta na procura por este tipo de negócio. De acordo com a pesquisa, os novos contratos de aluguel de imóveis residenciais na cidade de São Paulo cresceram 14% no primeiro semestre deste ano em comparação ao mesmo período de 2012.

Os imóveis mais procurados no período foram os de dois dormitórios, que responderam por 50% dos novos contratos. Os de um dormitório representaram 21% do total, enquanto os de três ou mais dormitórios responderam pelos demais 29%.

Imóveis localizados em regiões de fácil acesso, serviços e transporte público, a exemplo de estações do metrô, estão entre as prioridades dos candidatos a inquilinos. Proximidade do trabalho e de escolas também são itens valorizados.

“A procura se mantém alta e por isso o investimento em aquisição de imóveis para locação vem se tornando, cada vez, uma oportunidade de renda extra e com rentabilidade superior à poupança e aos fundos de renda fixa se contabilizarmos a valorização patrimonial dessas unidades no período do contrato”, disse Roseli Hernandes, diretora comercial da empresa, via nota.

Ainda de acordo com o balanço, do total de novos contratos de aluguel firmados no primeiro semestre, o fiador foi utilizado em 60%. Outros 25% usaram o seguro-fiança, 10% a caução e 5% outras modalidades.

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