25/08/2010

Aos 50 anos, Brasília vive boom imobiliário

Fonte: Revista ZAP Imóveis

(Foto: Divulgação)

Aos 50 anos, Brasília vive um crescimento acelerado do setor imobiliário. Segundo a Associação do Mercado Imobiliário do Distrito Federal (Ademi), a cidade registrou crescimento de mais de 80% em cinco anos. Agora a estimativa dos empresários do setor é expandir cerca de 20%, um avanço que será conquistado graças aos planos de crescimento para cidades satélites e entorno, como Samambaia e Ceilândia.

“O  mercado do Distrito Federal (DF) é muito aquecido. A estratégia agora é expandir para as cidades satélites, com prédios modernos, áreas de lazer, e mais baratos”, conta o presidente da Ademi, Alberto Valadao.

O mais novo empreendimento da capital é o Setor Noreste, que oferece projetos de apartamentos de luxo sustentável com amplo complexo de lazer. O novo bairro, lançado em janeiro de 2009, ainda está em construção, mas o preço dos apartamentos tem aumentado de forma acelerada. O metro quadrado dos imóveis residenciais já está custando cerca de R$ 10 mil e dos empreendimentos comerciais vale R$ 16 mil.

“A velocidade de vendas e lançamentos está a todo vapor. Brasília é um ótimo negócio para investidores. Um dos editais de licitação do Setor Noroeste, por exemplo, tenho a informação que chegou a ser vendido em dois dias”, diz diretor de comercialização da Terracap, Antônio Guimarães.

Estimativa dos empresários do setor é expandir cerca de 20% (Foto: Divulgação)
Estimativa dos empresários do setor é expandir cerca de 20% (Foto: Divulgação)

Um dos fatores da expansão do setor imobiliário no DF é o aumento do crédito concedido por bancos tanto para o financiamento de construções, quanto para a compra. A Caixa Econômica Federal, por exemplo, passou de um empréstimo ao setor de R$ 142,2 milhões, em 2005, para R$ 1,79 bilhões em 2009. A expectativa do banco para 2010 é disponibilizar R$ 1,95 bilhões.

Outro que fornece crédito no DF desde julho de 2008 é o Banco do Brasil. A pretensão da instituição financeira é emprestar R$ 7 bilhões para o setor ao longo de 2010. Já o Banco de Brasília, que também começou a atuar na área há dois anos, passou de um financiamento de R$ 136,1 milhões, em 2008, destinados compra e construção de imóveis, para R$ 187,66, em 2009.

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