17/02/2008

Baixa renda é foco de seguros residenciais

Fonte: O Globo

Bancos oferecem apólices a partir de R$48,20, ao ano. Cobertura inclui queda de raio e explosão

Comemorando uma média de crescimento anual que já supera os 20% nos últimos dez anos, as companhias seguradoras entraram em 2008 de olho na população de menor renda que, com o aumento de oferta de crédito imobiliário, está adquirindo sua casa própria. Pesquisa do Instituto Data Popular revela que mais de 80% dos entrevistados com renda familiar de até dez salários mínimos (R$3,8 mil) afirmaram que querem adquirir seguro residencial.

Não é à toa que hoje o mercado oferece seguros residenciais com cobertura contra incêndio, queda de raio, explosão, responsabilidade civil dos moradores do imóvel por menos de R$70 anuais.

— O valor do seguro era considerado muito alto e supérfluo para o cliente de baixa renda. Mas é exatamente para este público que as perdas provocadas por incêndio ou um curto circuito decorrente da explosão de uma panela de pressão causam prejuízos mais significativos — afirma Osvaldo do Nascimento, diretor da área do Itaú, instituição que acaba de lançar um seguro para imóveis de até R$40 mil.

No pacote, serviços de chaveiro, eletricista etc.

O seguro, pago em parcela única de R$68, tem cobertura por um ano. O produto oferece ainda assistência gratuita, com serviços de chaveiro, eletricista, limpeza, entre outros. Assim como o seguro residencial popular da Caixa Econômica Federal (CEF), pelo qual a apólice de R$20 mil está custando R$48,20 por ano; a de R$40 mil sai por R$58,90 e, a de R$60 mil, por R$69,60.

 

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