11/10/2006

Bradesco lança 2 linhas de crédito com parcelas fixas

Fonte: O Estado de S. Paulo

O Banco Bradesco anunciou ontem a abertura de duas novas linhas de crédito para a compra de casas com parcelas fixas até o fim do contrato. É o segundo banco, depois do Santander, a oferecer produtos do tipo, depois que o governo lançou um pacote de medidas permitindo que os recursos da poupança sejam aplicados … Continue lendo “Bradesco lança 2 linhas de crédito com parcelas fixas”

Zap o especialista em imóveis

O Banco Bradesco anunciou ontem a abertura de duas novas linhas de crédito para a compra de casas com parcelas fixas até o fim do contrato. É o segundo banco, depois do Santander, a oferecer produtos do tipo, depois que o governo lançou um pacote de medidas permitindo que os recursos da poupança sejam aplicados no crédito da habitação sem a cobrança da Taxa Referencial de Juros (TR).

Na prática, um imóvel poderá ser financiado em até 20 anos com parcelas iguais do começo ao fim. “Isso atrai muito o tipo de cliente que gosta de ter controle sobre o orçamento e sabe quanto vai pagar até o fim, para não correr riscos”, diz Norberto Barbedo, vice-presidente do Bradesco.

São duas novas linhas de créditos: uma com taxa de juros anual de 14%, para quem for quitar a dívida em 20 anos, e outra de 13,5%, para quem terminar de pagar em 10 anos. O governo fixa uma taxa mensal máxima para esse tipo de crédito, que, por enquanto, está fixada em 14,5%.

Ou seja, a taxa do crédito do Bradesco está abaixo disso. “A tendência é de que essa taxa mensal reduza muito pouco e temos certeza de que o que oferecemos ficará abaixo do teto fixado pelo governo por um bom tempo, garantindo nossa competitividade em relação a outros bancos.”

OFERTA

O Bradesco pretende este ano triplicar a sua oferta de crédito para financiamentos no setor imobiliário. Segundo Barbedo, a meta é que até o fim de 2006 o banco alcance R$ 2 bilhões em empréstimos. “Só no primeiro semestre deste ano nós liberamos quase R$ 1 bilhão, o que já representa um aumento de 270%, se comparado ao primeiro semestre de 2005”.

Para o executivo, a tendência é de que mais pessoas ainda se sintam atraídas pelos financiamentos, já que o cliente agora pode diluir o pagamento durante 20 anos por parcelas fixas e relativamente baixas. “Isso viabiliza novos clientes, que antes não pensavam nessa opção de crédito.”

 

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