18/10/2006

Como ter uma estufa no jardim

Fonte: Editoria Zap

Divulgação Por conta das condições climáticas em que vivem, europeus e americanos estão muito habituados a ter estufas domésticas, o que já virou um verdadeiro hobby. Entre os brasileiros, no entanto, essas estruturas ainda costumam ser associadas somente a produtores. A verdade é que, mesmo não sofrendo com a neve e o frio intenso dos … Continue lendo “Como ter uma estufa no jardim”

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Por conta das condições climáticas em que vivem, europeus e americanos estão muito habituados a ter estufas domésticas, o que já virou um verdadeiro hobby. Entre os brasileiros, no entanto, essas estruturas ainda costumam ser associadas somente a produtores. A verdade é que, mesmo não sofrendo com a neve e o frio intenso dos países de clima temperado, os jardins do Brasil podem, sim, tirar proveito das estufas.

Em pequenos espaços, além de incrementar o paisagismo, as estufas podem ser usadas para fazer mudas por semeadura ou estaquia, para o cultivo de hortaliças, para a recuperação de vasos ou até para a “conservação” de orquídeas que não estejam em época de florescimento. Veja, a seguir, como é fácil ter uma estufa em casa.

O tamanho, a localização e o melhor material

Ao contrário do que se imagina, as estufas não precisam ser obras gigantescas. Existem modelos já prontos, por exemplo, que não têm mais que dois metros quadrados – são praticamente estantes para a proteção de plantas. De acordo com suas necessidades, você pode estudar um cantinho de seu jardim e fazer uma estufa sob medida. Consulte seu paisagista, um marceneiro ou serralheiro e mãos à obra.

Para a paisagista-técnica Maria Cristina Caboclo, mais importante do que o tamanho da estrutura é a determinação do local de sua instalação – “é fundamental que haja boa incidência de sol, principalmente durante o inverno. Se for possível, o ideal é mantê-la voltada para a face norte do terreno”, afirma.

Determinada a localização, é hora de escolher o material que irá compor a estufa. Maria Cristina sugere, como uma opção esteticamente interessante, uma construção no estilo da própria casa. Mas esta é apenas uma idéia. De um modo geral, o mais comum são estruturas de madeira tratada, de alvenaria, de tijolinhos aparentes ou ainda de alumínio e ferro. Em qualquer um dos casos, é importante haver amplas superfícies que permitam a entrada de luz.

De qualquer forma, tanto a cobertura quanto as grandes janelas devem ter algum tipo de proteção. Os sombrites, telas próprias para a proteção de ambientes, são bastante utilizados – eles barram o vento forte e permitem a entrada de ar e luz. Há modelos mais claros ou mais escuros, que filtram a luz com maior ou menor intensidade. Outra possibilidade são as coberturas de acrílico, plástico ou vidro. Neste último caso, no entanto, é preciso atentar para que os vidros, que ficarão expostos ao tempo, sejam resistentes a prováveis chuvas de granizo.

Outra preocupação para quem quer ter uma estufa em casa é a aeração (ventilação). Para que o ambiente não se torne propício à proliferação de fungos, é necessário que haja boa circulação de ar. As estufas “fechadas” por sombrites não apresentam esse problema. As que forem cobertas por plástico, acrílico ou vidro devem ter aberturas (de preferência na parte superior), para que o ambiente “respire”. Algumas trazem janelas comuns e outras possuem as basculantes (com vãos próprios para a ventilação).

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