06/03/2012

Confiança da construção recua 8,4% em fevereiro de 2012

Confiança da construção recua 8,4% em fevereiro de 2012

Fonte: Revista do ZAP

Segundo dados da Fundação Getulio Vargas, queda é menos acentuada que a de 8,7% registrada no trimestre terminado em janeiro de 2012

O Índice de Confiança da Construção (ICST) caiu 8,4% no trimestre finalizado em fevereiro de 2012, em comparação com o mesmo período de 2011, segundo dados divulgados nesta segunda-feira, 5 de março, pelo Instituto Brasileiro de Economia da Fundação Getulio Vargas (IBRE/FGV) em parceria com o Banco Central. A queda é menos acentuada que a de 8,7% registrada em janeiro de 2012, na mesma base de comparação.
 
Analisando a evolução da confiança por setores, os destaques positivos foram os grupos Preparação do Terreno, com variação de 0,1%, no trimestre terminado em fevereiro de 2012, ante -1,0%, em janeiro; e  Aluguel de Equipamentos de Construção e Demolição, com Operador, com variação de -15,7%, ante -19,3%.
 
No sentido inverso, os segmentos Obras de Acabamentos, com  variação de -9,1% em fevereiro, contra -5,4% em janeiro; e Obras de Instalações – com variações de -5,5% e -4,6%, respectivamente – foram os que pressionaram negativamente a confiança do setor.
 
Entre os outros componentes do ICST, houve ligeiro avanço tanto do Índice da Situação Atual (ISA-CST) quanto do Índice de Expectativas (IE-CST). A variação interanual trimestral do ISA-CST passou de -11,5% para -11,1%; e do IE-CST, de -6,1% para -5,9%.
 
O item Situação Atual dos Negócios foi o que mais contribuiu para a queda do ISA-CST no trimestre findo em fevereiro de 2012. Das 721  empresas consultadas, 34,6% consideraram a  situação atual como boa, contra 48,1%, no mesmo período de 2011; enquanto 9,8% a consideraram ruim (contra 5,9%).
 
O quesito Tendência dos Negócios para os Próximos Seis Meses foi o que mais influenciou na redução do IE-CST, no trimestre concluído em fevereiro: a expectativa de melhora nos negócios foi de 49,5%, ante a 57,3%, no mesmo período de 2011. O contingente que espera piora foi de 3,5%, contra 2,0%.


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