12/02/2009

Consórcios permitem sonho da casa própria vira realidade

Fonte: Editoria Zap

No auge da crise, o sistema obteve as maiores vendas de cota de consórcio

Para Rodolfo Montosa, presidente da Abac (Associação Brasileira de Administradoras de Consórcios), a crise financeira global acabou beneficiando o sistema de consórcios, que tornou-se o meio mais adequado para quem planeja comprar a sonhada casa própria.

Os números mostram que no auge da crise (setembro, outubro e novembro), o sistema obteve as maiores vendas de cotas de consórcio. Em um cenário de turbulências, há uma busca por alternativas, principalmente quando falamos em pequenos investidores. Contribuiu também para esse cenário, o arrocho na aprovação de cadastros, o que pode ter encaminhado os clientes para o nosso produto?.

Por se tratar de uma compra planejada e formadora de patrimônio, ?a melhor opção para uma aquisição de forma parcelada, seja qual for o bem desejado?, diz o presidente da Abac, ?é pelo Sistema de Consórcios, uma verdadeira poupança com objetivo definido?. 

Desta forma, quando o consorciado é contemplado, ele, além de contar o poder de compra semelhante àquele que tem dinheiro no bolso, passa a ter um patrimônio pessoal formado a partir de pequenas parcelas mensais sem juros.

Em novembro, o total de participantes somou 3,6 milhões, 4,6% a mais que os 3,45 milhões registrados no mesmo período um ano antes. O acumulado de vendas de cotas de janeiro a novembro de 2008 chegou a 1,62 milhão, 4,4% superior ao 1,55 milhão anterior (jan-nov/2007). Também as contemplações mostraram alta. Elas cresceram 2,3% no ano passado e saltaram de 722,9 mil (jan-nov/2007) para 739,5 mil (jan-nov/2008)

2009 – Apoiada nos resultados obtidos em 2008, a expectativa de crescimento do sistema de consórcios para 2009 é otimista. A análise setorial apontou, por exemplo, que o setor de imóveis foi marcado pela superação da marca dos 100 meses consecutivos de crescimento. Com mais de 500 mil participantes é um dos segmentos mais procurados no sistema. Sem juros e com parcelamento integral do valor da casa própria, o brasileiro tem preferido os consórcios.

Nos eletroeletrônicos, depois da atipicidade de 2007, o ano passado registrou uma venda média mensal de aproximadamente oito mil novas até agosto. A partir de setembro, no início da crise, a comercialização cresceu mês-a-mês. “Em setembro tivemos 9,5 mil, em outubro houve 10,3 mil e em novembro o total superou 11,6 mil.”

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