03/01/2006

Dicas para a manutenção de sua piscina

Fonte: Editoria Zap

É muito comum, nesta época do ano, você se deparar com uma piscina com a água inadequada ao uso e esteticamente desagradável, principalmente depois de um longo período de chuvas, características nesta época, ou ainda, depois de um final de semana em que a piscina foi usada intensivamente. As conseqüência são problemas visíveis como água … Continue lendo “Dicas para a manutenção de sua piscina”

É muito comum, nesta época do ano, você se deparar com uma piscina com a água inadequada ao uso e esteticamente desagradável, principalmente depois de um longo período de chuvas, características nesta época, ou ainda, depois de um final de semana em que a piscina foi usada intensivamente. As conseqüência são problemas visíveis como água verde, turva, espuma sobre a superfície, presença de larvas e insetos na água da piscina, entre outros.

Segundo o Dr. Jorge Macedo, especialista da Hidroall – empresa líder na fabricação de cloros orgânicos para piscinas –, é nessa época que os cuidados com as piscinas devem ser redobrados. “Deve ser ressaltado, inicialmente, que a utilização de piscinas não coloca em risco a saúde dos usuários, desde que o tratamento realizado na água esteja correto. Não existe possibilidade de se adquirir uma doença quando a água da piscina está sendo tratada corretamente”, explica.

O professor explica que é muito importante tratar a água das piscinas por vários motivos, como para destruir bactérias e outros microorganismos causadores de doenças; manter a beleza e cristalinidade; evitar a proliferação de algas; eliminar odores desagradáveis; e destruir e remover materiais orgânicos e inorgânicos que contaminam a água (ex.: poeira, folhas, insetos, bronzeador, urina, suor).

Com os avanços tecnológicos e a diversificação dos produtos, já é possível definir soluções específicas que melhor se adaptam a cada caso, otimizando os resultados e o custo de tratamento.

Piscinas com alta freqüência e uso quase ininterrupto, como as de clubes e escolas de natação, devem ser tratadas de forma diferenciada não só no que se refere à escolha do composto clorado, como também à forma e dosagem com que esses produtos serão aplicados.

Piscinas expostas a intempéries estão sujeitas à contaminação devido à chuva, aos insetos e à poeira. Além disso, sob a ação do sol, o composto clorado comum utilizado para desinfetar a água se perde por volatilização (evaporação). Essa perda de proteção, aliada a chuvas repentinas, pode acarretar variações bruscas na qualidade da água. Por esse motivo, piscinas ao ar livre devem utilizar um composto clorado não suscetível à degradação pelos raios solares.

Águas aquecidas devem ser tratadas de forma diferenciada daquelas sem aquecimento, pois favorecem a proliferação dos microorganismos causadores de doenças, além de aumentar a produção de suor dos banhistas, elevando a carga de matéria orgânica na água.

A evolução e a diversificação dos materiais de revestimento e estrutura das piscinas acarretam problemas de incompatibilidade entre os produtos usados na desinfecção e essas estruturas. Piscinas fabricadas com resinas orto e isofitálicas sobre tecido ou manta de fibra de vidro, ou fabricadas com manta plástica de vinil, só devem ser cloradas com Dicloro Isocianurato de Sódio – Hidrosan Plus. Os demais tipos de cloros podem alvejar a superfície das piscinas.

Após a correta verificação das características específicas da piscina a ser tratada, pode-se escolher os produtos mais adequados e que trarão resultados mais eficientes, maior segurança aos usuários e maior economia.

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