16/06/2007

Em prédios, vigilância já é rotina

Fonte: Jornal da Tarde

Considerada a célula de segurança de um condomínio, a guarita é apenas a fachada de um sistema de monitoramento cada vez mais sofisticado que já faz parte do dia-a-dia daqueles que moram em prédios. Além da blindagem dos vidros da cabine na entrada do prédio, um onipresente circuito interno de gravação e sensores no entorno do local são utilizados como formas de diminuir os custos com vigilância.

Um eficiente esquema de monitoramento chega a reduzir até 50% o efetivo de homens na segurança. “Câmeras de alta resolução e sensores bem direcionados eliminam a necessidade de um segundo homem na vigilância”, afirma o diretor comercial do Grupo GR, Paulo Roberto Gomes de Sá.

Ele afirma que muitas construtoras estão contratando empresas especializadas em sistemas de segurança eletrônica, como o Grupo GR, para elaborar um projeto de monitoramento desde a planta do empreendimento. “Temos parcerias com várias construtoras que nos procuram para sugerirmos como construir e equipar uma guarita”, diz.

Segundo Gomes de Sá, a instalação de equipamentos de vigilância ainda durante o andamento da obra gera economia de até 30%. “Se a construtora deixar, ainda no começo da obra, toda a tubulação preparada, ela não vai precisar depois quebrar parede para puxar fiação e acaba economizando no custo final. A mão-de-obra é muito cara depois de pronto”, relata. Um bom projeto agrega sistema de gravação digital para monitoramente interno e externo e até sensores nos muros.

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