10/12/2006

Em SP, 8 novos prédios comerciais

Fonte: O Estado de S. Paulo

Pesquisa considera janeiro a outubro deste ano; volume não acompanha recuperação do mercado de locações

DivulgaçãoZap o especialista em imóveisLandmark – Tishman Speyer e Company investem R$ 100 milhões em empreendimento

Nos últimos anos, houve sensível queda no número de lançamentos de edifícios comerciais na cidade. Enquanto em 2003 foram entregues 230 mil metros quadrados de unidades de escritórios, em 2005, o volume caiu para 80 mil metros quadrados. Este ano, o número de lançamentos voltou a crescer, mas ainda não recuperou o ritmo anterior. Até outubro, foram lançados 86 mil metros quadrados – ao todo, foram oito empreendimentos, de acordo com os últimos dados da Empresa Brasileira de Estudos de Patrimônio do Estado de São Paulo (Embraesp).

Estes novos condomínios comerciais serão construídos em terrenos localizados no eixo dos principais centros comerciais. Um dos destaques do ano é o empreendimento Landmark Nações Unidas. O projeto é resultado da parceria da empresa Tishman Speyer e da construtora Company. O investimento total será de mais de R$ 100 milhões. O condomínio vai abrigar unidades comerciais de tamanhos variados, de 77 a 1.920 metros quadrados, com tecnologia e serviços de alto padrão voltado para pequenas e médias empresas.

“Esse é o nosso primeiro empreendimento voltado para as médias empresas e, antes mesmo de seu lançamento, já virou objeto de desejo de investidores e empresários”, afirma Daniel Citron, presidente da Tishman Speyer no Brasil.

O início das obras do Landmark está programado para o começo de 2007. O prédio terá acesso direto à infra-estrutura do World Trade Center e do Centro Empresarial Nações Unidas.

Zona Leste
Outros três estão zona leste, nos bairros Mooca, Tatuapé e Penha. Mas, de acordo com o diretor de capital de marketing da Cushman & Wakefield Semco, Paul Weeks, esses empreendimentos não podem ser vistos como indicativo de uma tendência. “Devem atender a uma demanda local e não significam que a zona leste será um novo pólo”, analisa Weeks.

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