15/07/2009

Empresas pedem corte do IPI por mais tempo

Fonte: O Estado de S. Paulo
(Foto: felipevex/Stock.xchng)
É preciso que a redução vigore por mais tempo para o consumidor sentir no bolso (Foto: felipevex/Stock.xchng)

Embora já tenham a garantia do governo de que as alíquotas reduzidas de Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) serão mantidas até o fim do ano, os empresários do setor de materiais de construção querem a extensão do benefício por mais tempo.

Ontem, em audiência na Comissão de Assuntos Econômicos (CAE) do Senado, o presidente da Associação Brasileira das Indústrias de Materiais de Construção (Abramat), Melvyn Fox, afirmou que as reformas e as construções demoram para serem concluídas e, por isso, para que os reflexos da medida sejam sentidos pelas indústrias e consumidores, é preciso que vigore por mais tempo.

“Construir ou reformar uma casa não é um produto acabado, como fogão, geladeira ou automóvel”, comentou. Ele lembrou que o setor já conseguiu a prorrogação antecipada do benefício até o fim do ano, mas isso representará um período total de nove meses de vigência da redução do imposto. “Vamos continuar trabalhando os nossos argumentos, no âmbito do GAC (Grupo de Acompanhamento da Crise, que reúne empresários e governo).”

Segundo Fox, a desoneração elevou o faturamento das empresas e estabilizou o emprego no setor. Na mesma reunião, o presidente da Associação Nacional dos Fabricantes de Eletroeletrônicos (Eletros), Lourival Kiçula, também defendeu a manutenção das alíquotas reduzidas de IPI para produtos da linha branca.

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