20/10/2007

Evite prejuízo com auxílio de um profissional

Fonte: Jornal da Tarde

Pode parecer exagero, mas contratar um profissional, seja ele um técnico ou engenheiro, para planejar e calcular a quantidade de material que será utilizado na obra chega a trazer economia ao proprietário construtor. Segundo o instrutor de construção civil do Senai Marcelo Duarte, a mão-de-obra especializada neste caso custa em torno de 10% o valor … Continue lendo “Evite prejuízo com auxílio de um profissional”

Pode parecer exagero, mas contratar um profissional, seja ele um técnico ou engenheiro, para planejar e calcular a quantidade de material que será utilizado na obra chega a trazer economia ao proprietário construtor. Segundo o instrutor de construção civil do Senai Marcelo Duarte, a mão-de-obra especializada neste caso custa em torno de 10% o valor da obra enquanto tem algumas pessoas que chegam a gastar 30% a mais com material que acaba sendo desperdiçado.

“O ideal é ter uma pessoa habilitada a fazer uma planilha de cálculo do consumo de material porque uma obra envolve muitos itens”, aconselha. “O custo do engenheiro para acompanhar a obra varia muito conforme o padrão da construção e da região. O pedreiro costuma ‘chutar’ esse valor. Mas se falta material a obra atrasa e se sobra o construtor toma um prejuízo”, completa.

Segundo Duarte, alguns profissionais cobram um valor fixo por mês – cerca de R$ 800, por exemplo – e outros estipulam um porcentual dos gastos da obra – normalmente entre 10% e 15%. Segundo a pesquisa mensal do Sindicato da Indústria da Construção Civil do Estado de São Paulo (Sinduscon-SP), o salário médio do serviço de um engenheiro estava avaliado no mês de setembro em R$ 24,24 a hora, enquanto que o do pedreiro era de R$ 3,51/h.

Além do serviço especializado, destaca Duarte, é importante que o consumidor compre materiais de qualidade, que sigam os padrões e normas oficiais. “Muitas empresas menores não seguem as normas e vendem materiais de baixa qualidade, que não apresentam a resistência adequada e quebram facilmente ou têm tamanhos desproporcionais ou absorvem muita água. Isso também gera prejuízo”, afirma.

 

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