30/11/2009

Há opções para todos os gostos, de imóveis simples aos mais luxuosos

Fonte: O Globo

Móveis e utensílios da casa devem ser listados no contrato

Repleta de belas praias, trilhas e cachoeiras, a vila de Trindade, a 25 quilômetros ao sul de Paraty, é um destino bastante procurado por um público na faixa entre 20 e 30 anos. A região, segundo o corretor Thomás Ribeiro, dispõe de casas de frente para o mar, com dois e três quartos.

“Os preços variam entre R$1,5 mil e R$3 mil, por um período de dez dias. E ainda há vagas para as festas de fim de ano”, ressalta Ribeiro.

Acessível apenas por barco, o Saco de Mamanguá, também em Paraty, oferece imóveis mais luxuosos, com sete ou mais quartos. Os contratos de locação incluem translado, mas os locatários costumam alugar lanchas para ter mais liberdade de locomoção. Os preços se mantiveram estáveis este ano, mas paga-se caro para estar no único fiorde tropical da costa brasileira, que se estende por oito quilômetros.

“Um pacote de cinco dias numa casa para dez pessoas custa em média de R$10 mil a R$30 mil. Mas há opções de até R$60 mil. Imóveis menores, que comportam até seis pessoas, saem mais em conta: entre R$ 5 mil e R$ 6 mil”, afirma Roberta Moralez, da Andrade & Cernelli Corretores Imobiliários.

Para aqueles que buscam tranquilidade em meio ao verde – e não ligam pra muito luxo – o destino certo é o Sana, distrito de Macaé. Não há imobiliárias na região: as casas disponíveis para aluguel são divulgadas no boca-a-boca pelos proprietários. Ou anunciadas em plaquinhas de madeira dispostas à beira dos cerca de 25 quilômetros de estrada de terra que ligam Casimiro de Abreu ao Sana.

No entanto, ainda é possível encontrar imóveis vagos para o réveillon. Um pacote de quatro dias numa casa com dois quartos (que comporta até dez pessoas) sai a R$800.

“Em janeiro, após as festas, paga-se cerca de mil reais por dez dias. São casas simples, mas bem acolhedoras”, diz Carmem Azevedo, proprietária de dois imóveis na região.

ANTES DE FECHAR NEGÓCIO, É ACONSELHÁVEL VISITAR O IMÓVEL – Para evitar surpresas indesejáveis em pleno descanso, o locatário deve tomar algumas precauções antes de fechar um contrato. O primeiro passo é recorrer a um corretor ou imobiliária de confiança. Como nem sempre isso é possível, já que os imóveis ficam em outras cidades, ele pode solicitar o número de registro no Conselho Regional de Corretores de Imóveis (Creci) da empresa e/ou do profissional.

Depois de escolhido o imóvel, recomenda-se fazer uma vistoria prévia, a fim de averiguar as suas condições e a dos mobiliários e utilitários domésticos disponíveis. Caso o apartamento ou a casa fique num condomínio com áreas de lazer e grande infraestrutura, é importante checar se o contrato inclui a utilização de tais serviços, destaca o diretor da Protel Administradora, Alfredo Lopes:

“Verificar as regras e normas do condomínio evita contratempos. Quem pretende levar um animal de estimação, por exemplo, precisa ficar atento a possíveis restrições.”

Por último, é imprescindível fazer um contrato, mesmo que a locação seja por um curto período. Nele, devem constar as datas de entrada e saída do inquilino, o valor, forma de pagamento, eventuais multas para casos de atraso e até o número de pessoas que ficarão no imóvel. Móveis e utensílios também devem ser listados.

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