14/10/2009

Imóveis do “Minha Casa, Minha Vida” saem até 31% mais baratos

Fonte: Jornal Extra

Diferença no fim do contrato chega a R$100 mil

(Foto: Divulgação)
Volume desembolsado a menos é de cerca de R$100 mil (Foto: Divulgação)

Por oferecer subsídios para todas as famílias atendidas, o programa “Minha casa, minha vida” permite prestações menores do que as cobradas pelos demais bancos. A economia chega a ser de 31,65% para trabalhadores com renda de três a dez salários mínimos (R$1.395 a R$4.650) – público que também tem oferta de crédito em outros bancos. Ao fim do financiamento, o volume desembolsado a menos é de cerca de R$100 mil.

Tamanha diferença ocorre também porque as taxas de juros efetivas utilizadas pela Caixa Econômica Federal no “Minha casa, minha vida” são as menores do mercado: a partir de 5% ao ano, dependendo da fixa de renda, mais Taxa Referencial (TR). Segundo o vice-presidente de Governo da Caixa, Jorge Hereda, os bancos privados poderão operar no programa desde que se interessem pela linha. A secretária nacional de Habitação do Ministério das Cidades, Inês Magalhães, afirma que poucos bancos demonstraram esse desejo, e que nada foi efetivado até agora.

SUBSÍDIOS – O volume de subsídio para o segmento de famílias de três a dez mínimos é de R$10 bilhões, sendo R$2,5 bilhões do Orçamento Geral da União e R$7,5 bilhões do FGTS. Esses recursos servirão para dar descontos de R$2 mil a R$23 mil para essas famílias, de acordo com cada faixa de renda. O valor do subsídio é descontado do preço do imóvel no início do financiamento.

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