09/10/2009

Lojas dão descontos de até 70%

Fonte: Diário de S. Paulo
(Foto: Dvulgação)
Redes oferecem redução no IPI para alguns produtos eestão dando mais descontos, entre 50% e 70% (Foto: Divulgação)

Quem está construindo ou reformando a casa poderá gastar um pouco menos que o planejado. As principais redes de material de construção estão aproveitando a redução do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) para alguns produtos e dando mais descontos, entre 50% e 70%. 

A Dicico, por exemplo, promove neste fim de semana o “Feriado Louco”, até dia 13, com descontos de até 70% em diversos produtos das linhas de pisos, revestimentos, louças, portas, janelas e gabinetes. Entre as promoções está o metro quadrado do porcelanato 60×60, que custava R$ 49,90, e sairá por R$ 29,90, ou 40% menos. Já a cuba oval de R$ 50 está sendo vendida por R$ 14,99, um desconto de 70%. 

Amanhã, a Telhanorte iniciará a promoção Gran Feira, que irá durar dois meses. A rede dará descontos de até 50%. O consumidor poderá encontrar produtos em conta, como o metro quadrado do piso Avaré (ref. 3200 31×31), que custava R$ 6,99, e agora está R$ 5,99, desconto de 15%. O metro quadrado do piso gênese 40×40 Buschinelli, sairá por R$ 7,90, 12% menos que os R$ 8,70 anteriores. A ducha Advance Lorenzetti, que custava R$ 76,90, sai por R$ 69,90: desconto de 12%. 

Até o dia 26 deste mês, a rede Leroy Merlin também estará oferecendo desde tijolos a itens de decoração por até 50% menos. Quem pagar com o cartão da rede poderá dividir em dez vezes, sem juros. Entre os produtos em promoção estão o vaso sanitário convencional modelo colonial Hervy por R$ 49,90, tanque 50x40cm de mármore ou granito sintético Decoralita por R$ 76,90 e a cuba de apoio redonda, 38cm, Icasa, branca e palha por R$ 129,90. A loja não forneceu o valor com o IPI reduzido. 

A redução do IPI para alguns produtos da construção acaba em 31 de dezembro. Mas entidades do setor estão trabalhando para convencer o Governo a ampliar os prazos de isenção do imposto. Segundo o presidente da Associação da Indústria de Material de Construção (Abramat), Melvyn Fox, a ideia é que permaneça até 2010.

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