09/08/2013

No ano, vendas de imóveis usados crescem quase 30% em São Paulo

Segundo o Creci-SP, o mês de maio registrou a terceira alta seguida nas vendas de casas e apartamentos usados em 2013

Fonte: ZAP Imóveis

As vendas de imóveis usados no Estado de São Paulo têm mostrado que ainda há fôlego para este segmento crescer em 2013.

Preço de imóvel usado cresce o dobro da inflação

Segundo levantamento do Creci-SP (Conselho Regional de Corretores de Imóveis do Estado de São Paulo), a comercialização dos bens já utilizados acumulou crescimento de 27,92% no ano.

No ano, vendas de imóveis usados crescem quase 30% em São Paulo
Os imóveis mais vendidos no Estado foram os de valor médio superior a R$ 200 mil, com participação de 56,62% no total de contratos (Foto: Banco de Imagens / Think Stock)

De acordo com a pesquisa, o mês de maio registrou a terceira alta seguida nas vendas de casas e apartamentos usados em São Paulo em 2013. Somente no quinto mês do ano, foi registrado um aumento de 8,65% nas vendas de casas e apartamento usados em relação a abril, que, por sua vez, havia apresentado alta de 16,33% sobre março.

De acordo com o presidente do Creci, José Augusto Viana Neto, o bom resultado neste tipo de negócio reflete a importância do financiamento para o setor.

“O fato de as vendas terem crescido em maio, mesmo em ritmo menor, indica a importância que tem para esse mercado o financiamento concedido pelos bancos”, afirmou.

“Mais importante que o financiamento em si é a existência de uma política de crédito imobiliário permanente e acessível a quem deseja comprar a casa própria. Mesmo sendo pequena, com as taxas baixando de 8,7% e 9,9% ao ano para 8,3% e 9,4%, qualquer redução é benéfica para ajustar o valor da prestação à renda do futuro mutuário”, completou.

Considerando as regiões do Estado, o crescimento nas vendas dos usados foi puxado por duas das quatro regiões em que se divide a pesquisa: Interior e Capital, com 35,28% e 7,96%, respectivamente; enquanto o Litoral apresentou queda de 2,46%, assim como as cidades do ABCD (Santo André, São Bernardo, São Caetano, Diadema), Guarulhos e Osasco, com decréscimo de 12,68%.

Já os imóveis mais vendidos no Estado foram os de valor médio superior a R$ 200 mil, com participação de 56,62% no total de contratos formalizados nas imobiliárias consultadas pelo conselho.

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado.