16/06/2007

Proteja-se monitorando sua casa

Fonte: Jornal da Tarde

Aparelhos que eram instalados apenas em fábricas e bancos já são encontrados em residências

DivulgaçãoZap o especialista em imóveisOs grandes condomínios, hoje, são os principais compradores de equipamentos de vigilância de alta tecnologia

 

 

 

 

 

 

 

 

 

A crescente sensação de insegurança entre os moradores de grandes centros urbanos tem feito com que o esquema ‘Big Brother’ de vigilância – por meio de câmeras – não se popularizasse somente como um reality show exibido na TV, mas também por já ter virado rotina em centenas de residências. Acontece que o temor, acompanhado do avanço tecnológico, chegou a tal ponto, que as lentes compõem hoje apenas uma peça de engenhosos e sofisticados sistemas de segurança eletrônica disponíveis no mercado.

A reportagem do JT consultou especialistas do ramo para saber quais as melhores opções conforme as características da residência e o poder aquisitivo do morador e quais as novidades de um dos setores que mais crescem no país . Nos últimos oito anos, o segmento registrou crescimento médio de 12% . Em 2006, as cerca de oito mil empresas brasileiras do setor movimentaram mais de US$ 1 bilhão, quantia 14% superior à computada no ano anterior.

O diretor de comunicação da Associação Brasileira de Sistemas Eletrônicos de Segurança (Abese), Oswaldo Oggiam, conta que produtos que até outrora eram instalados exclusivamente em fábricas e agências bancárias já podem ser vistos em casas e condomínios fechados. “O mercado está se apropriando de novas tecnologias, criando novas ferramentas. Assim, os produtos estão ficando mais acessíveis ao consumidor final”, afirma.

Prova disso é o vasto índice de aparatos eletrônicos que o mercado oferece para diferentes situações e ambientes. Os modelos vão desde sensores infra-vermelho de presença e circuito de gravação interno até sensores biométricos, sistema de identificação que usa o reconhecimento das impressões digitais ou da face no controle de acesso à residência.

“Existe uma gama enorme de sensores, como aqueles com pet immunity, para a pessoa não ficar refém do sensor. Eles são imunes aos animais que circulam pela casa, evitando os alarmes falsos”, exemplifica o diretor.

O diretor explica ainda que os sistemas são projetados de acordo com os riscos a que o imóvel está sujeito, sua dimensão, as características de seus ambientes e até conforme a quantidade e o dia-a-dia de seus moradores. “Tudo é avaliado. Toda a rotina da casa, o horário de chegada e saída dos moradores”, completa. Segundo ele, de cada três casos de roubo à residência em São Paulo, um se dá pela abordagem ao morador quando este está chegando ou deixando a casa.

 

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