18/01/2016

Quadros decorativos dão vida aos ambientes! Saiba como escolher o ideal

Existem regras básicas para acertar na escolha, mas o importante é imprimir a personalidade do proprietário ao ambiente

Fonte: ZAP em Casa

Nem só da cor da tinta se faz uma parede. É possível realçar um cantinho da casa pendurando quadros decorativos pelos ambientes.  Muita gente tem o desejo de decorar o ambiente com arte, mas nem sempre acredita que o sonho é possível por achar que não cabe no bolso. Ou, dentre tantas opções, não sabe o que cai melhor para a decoração da casa.

É importante saber que existem algumas regrinhas básicas na hora de escolher o quadro, mas que é fundamental, no final das contas, buscar originalidade e imprimir ao espaço a personalidade do proprietário.A primeira tarefa é escolher em qual parede o quadro será pendurado.

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A partir disso, é possível definir o tamanho da obra, que deve ser proporcional à parede ou ao móvel próximo. Se a parede for mais larga, opte por um quadro na horizontal. Se for mais estreita, a escolha deve girar em torno de quadros verticais. Leve em consideração que um quadro pequeno numa parede grande pode se perder e um quadro grande numa parede pequena pode ficar desproporcional. “Você pode ter vários estilos de quadros numa mesma casa. Basta escolher a parede para colocar os estilos próximos”, revela a arquiteta Juliana da Mata.

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É possível misturar diversos tipos de quadros em um mesmo ambiente (Foto Maureen Didde F./ Flickr)

E, hoje em dia, ainda existe uma outra alternativa que está, inclusive, bastante em alta. “Os quadros podem ser quadrados, verticais, horizontais, redondos, pegando toda uma parede e podem até estar fixos juntos para fazer uma composição. Esta última forma de exposição já é mais moderna e não cabe para telas clássicas”, explica a arquiteta do escritório Juliana da Mata Arquitetura.

Mas, para fazer uma composição, fique atento para o equilíbrio entre forma e tamanho, já que os quadros agrupados devem funcionar como um conjunto único. Mas não coloque um muito junto do outro para que cada possa ter o seu destaque. Uma dica é desenhar um papel em escala antes ou cortar papeis do tamanho dos quadros e colar com fita adesiva na parede para conseguir visualizar melhor a disposição.

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Existem inúmeros modelos de molduras. O mais importante é se adaptar ao estilo do proprietário (Foto: Choufani Metal Artwork/Flickr)

Outra dúvida é sobre a moldura, já que ela é capaz de mudar totalmente a cara de um quadro. E ela depende muito do estilo do proprietário da casa. “Ela pode ser em madeira lisa ou se você quiser ousar pode pintar de branco, preto, amarelo, vermelho. Se for uma obra mais clássica, a pedida é uma moldura mais grossa e rebuscada, que pode ser complementada com um detalhe em dourado ou mesmo prata para dar um ar mais sofisticado”, diz a arquiteta.

Apesar de o estilo do cliente ser fundamental na escolha, o que vai ser emoldurado também define o tipo de moldura a ser usado. “Se for litogravura, xilogravura, aquarela ou fotografia, não se pode esquecer o vidro e a moldura mais reta. Se for uma tela, não se deve usar o vidro”, reforça. Porém, em ambas as opções, é preciso avaliar o estilo do desenho e da pintura para ter uma boa combinação e isso vai de acordo com o bom senso de cada um.

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Nas telas clássicas, com pituras, o ideal é não colocar vidros (Foto: Sarah Karon/Flickr)

Quadro e moldura escolhidos, é hora de pendurar na parede. O recomendado é que o centro dele fique numa altura média de 1,60 metro em relação ao chão para que tenha uma boa visibilidade. Mas se você prefere uma decoração mais descontraída, uma outra opção é deixar os quadros repousados no chão encostados na parede ou dispostos sobre uma prateleira ou móvel. “É importante que se coloque os quadros em um ambiente depois de pronto para poder definir essas alturas de forma correta. Porque, desta forma, depois você não terá a preocupação de sentar em um sofá e bater no quadro”, afirma Juliana.

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Não tenha medo na hora de ousar. O mix de molduras está em alta (Foto: Personal Creations/Flickr)

O importante em todos os casos é observar a iluminação. O primeiro passo é observar a incidência da luz natural para não queimar e estragar a pintura. Também é preciso de cuidado com a luz artificial. “Este tipo de luminosidade também pode queimar o quadro e deve ser apropriada para isto. Outro aspecto é, se o quadro tiver vidro, esta iluminação não pode ser tão direta para não esconder o desenho e aparecer o reflexo da luminária”, conclui a arquiteta.

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Os quadros agrupados devem funcionar como um conjunto único, por isso fique atento (Foto: Choufani Metal Artwork/Flickr)

Quanto ao preço, fique certo que você não precisa escolher uma obra de arte de um artista famoso. Uma tela de um artista local, uma litogravura ou xilogravura, uma aquarela e até mesmo uma fotografia podem cair muito bem na decoração da sua casa.

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