26/08/2007

Quando é vantagem unificar rendimentos

Fonte: O Estado de S. Paulo

A abertura de financiamento por meio de composição de renda pode valer a pena em diversos casos, principalmente naqueles em que os rendimentos de apenas uma pessoa não é suficiente. Ao somar os salários, é mais fácil atingir o valor mínimo exigido pelos bancos para abrir crédito.

Mas unificar rendas também pode ser um recurso para reduzir o tempo do financiamento. Quem pretende pagar em um prazo mais curto, por exemplo, de 10 ou 15 anos, precisa comprovar uma renda mais alta para ter o crédito aprovado. Isso porque o comprometimento da renda fica em torno de 30% das prestações. E pagar em prazo menor implica em arcar com prestações maiores.

A composição de renda também pode ser usada caso o interessado deseje abrir uma linha de crédito maior do que seria aprovada caso ele abrisse o processo sozinho. Quanto maior a renda familiar, maior a capacidade de pagamento das parcelas e, assim, menor o risco para os bancos, que liberam um valor de financiamento mais alto.

No entanto, os interessados devem estar atentos porque, em alguns casos, pode ser desvantagem unificar as rendas. Na Caixa Econômica Federal, por exemplo, há diferentes faixas de taxa de juros, conforme a renda familiar. Assim, é possível que, na hora de somar as rendas, os juros aumentem. Para renda familiar de até R$ 1.875,00, a taxa cobrada é de 6% ao ano, mais a Taxa Referencial (TR). De 1.875,01 a R$ 3,9 mil, os juros sobem para 8,16% ao ano, mais a TR. E para renda familiar bruta de R$ 3.900,01 a R$ 4,9 mil a taxa de juros fica em 8,66% ao ano, mais TR. R.G.

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