11/01/2010

Reajuste do mínimo amplia teto do “Minha casa, minha vida”

Fonte: Jornal Extra

O aumento do salário mínimo nacional de R$ 465 para R$ 510 ampliou também a faixa de público que poderá financiar a casa própria pelo programa “Minha casa, minha vida”. Com o reajuste do piso, a renda máxima familiar permitida para se enquadrar nas condições passou de R$ 4.650 par R$ 5.100. O valor, correspondente a dez mínimos, é o teto para um empréstimo pelo programa nas agências da Caixa Econômica Federal.

O programa pretende contratar, até fim do ano, um milhão de moradias no país. Algumas vantagens são juros menores (de 5% a 8,16% ao ano, mais Taxa Referencial), subsídios (descontos) de até R$ 23 mil e parcelas de R$ 50 em dez anos, para quem ganha até três mínimos (agora R$ 1.530).

No Rio, segundo o secretário municipal de Habitação, Jorge Bittar, as empresas apresentaram à Prefeitura projetos para a construção de 62.497 unidades. Desse total, 46.876 foram licenciadas pelo governo 10.435 aprovadas pela Caixa.

“Queremos fechar 2010 com cem mil moradias contratadas”, disse Bittar.

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