07/12/2007

São Caetano se renova em alto padrão

Fonte: Jornal da Tarde

Menor cidade do ABC apresenta um ‘boom’ de ofertas de ótima qualidade e lazer completo

Sergio Castro/AEZap o especialista em imóveisA avenida Goiás corta toda a cidade de São Caetano, no ABC, e é o seu eixo econômico mais importante

Um pátio que até pouco tempo abrigava a frota de veículos da General Motors (GM) transformou se no Pateo Catalunya, o maior empreendimento residencial de São Caetano. Não muito distante dali, a área ocupada durante décadas por uma indústria cerâmica será tomada, em breve, por um dos mais arrojados projetos de urbanização da região, não por acaso
denominado Espaço Cerâmica, um misto de lotes residenciais
e prédios corporativos com um shopping ao centro.

Principais símbolos da evolução histórica e econômica da cidade de SãoCaetano, a GM e a Cerâmica São Caetano –
ambas se estabeleceram ali ainda na primeira metade do século passado –, foram apenas dois dos alvos da avalanche de investimentos imobiliários que fez da cidade do ABC um
dos destinos mais cobiçados do mercado fora da Capital.

Somente nos dez primeiros meses deste ano, São Caetano recebeu, segundo dados da Empresa Brasileira de Estudos de Patrimônio (Embraesp), 27 lançamentos residenciais, número que a coloca entre as cidades campeãs da Grande São Paulo. Não por menos.Vizinha à Capital, muito bem estruturada e com qualidade de vida digna de Primeiro Mundo, o município apresenta um enorme potencial de consumo para incorporadores e construtores com foco no alto padrão.

Contudo, não é preciso conhecer a fundo São Caetano para saber que a menor cidade da Região Metropolitana, com apenas 15 km², e 100% urbanizada não tem tanta matéria-prima (terreno) sobrando. Cabe, então, uma pergunta: onde estão sendo erguidas todas essas torres? A resposta está
no início deste texto. Isso mesmo. No antigo pátio da GM, nos galpões da Cerâmica São Caetano e no lugar de tantos outras edificações ociosas ou adquiridas em escala pelas empresas do setor.

“Com a abertura do zoneamento da cidade, que antes restringia alguns bairros e a altura dos prédios, a ‘malha verticalizável’ de São Caetano aumentou e atraiu novos investimentos e em grandes empreendimentos”, explica
Aparecido Viana, diretor-presidente da imobiliária que leva seu
nome. “Como a cidade não tem tanto espaço assim, qualquer imóvel ocioso está dando lugar a prédios enormes”, explica.

Foi justamente essa “abertura”, aliada ao ótimo momento do setor que propiciou a chegada das gigantes ecapitalizadas empresas do mercado à cidade. O melhor exemplo é o da construtora Rossi, que está investindo R$ 270 milhões
no empreendimento com oito torres de alto padrão no antigo pátio da GM, uma área com cerca de 48 mil m² na nobre região da avenida Presidente Kennedy.

“Identificamos que havia em São Caetano uma enorme demanda por este perfil de empreendimento e conseguimos um terreno excelente para construir algo que a cidade jamais tinha visto”, relata o diretor comercial Marcelo Dadian. O resultado nos plantões comprova o sucesso da estratégia. Em uma semana, já foram vendidas 30% das 700 unidades.

 

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