20/05/2007

Segmento econômico exige mais espaço

Fonte: O Estado de S. Paulo

Uma vaga a mais na garagem não é privilégio apenas do público de alto padrão, segundo especialistas

Jonne Roriz/AEZap o especialista em imóveisSem impedimentos – Área da garagem não interfere no potencial construtivo dos empreendimentos

 

 

 

 

 

 

 

 

 

“Ter mais de uma vaga para carros no condomínio não é só privilégio do alto padrão”, afirma Frederico Franco, gerente de desenvolvimento de novos negócios da Matec Engenharia. Ele ressalta que também empreendimentos voltados ao segmento econômica – de famílias cuja renda é de 5 a 20 salários mínimos – já possuem uma vaga extra.

No caso das unidades populares, de R$ 50 e R$ 60 mil, que muitas vezes eram vendidas sem garagem, a mudança agora é que a vaga é prevista na maior parte dos projetos.

A tendência desse espaço é aumentar. “A cultura do brasileiro é ter carro”, diz Franco. E a área da vaga não limita o potencial construtivo do empreendimento. “A construção é limitada apenas ao custo em relação ao retorno que terá”, afirma Franco. Em 2005, uma lei municipal tentou computar a área da garagem no potencial construtivo. Como a verticalização em São Paulo é limitada a duas ou quatro vezes o tamanho da área do terreno, conforme o zoneamento, os empreendimentos passaram a ser inviáveis e muitos projetos não foram aprovados. A lei foi vetada e hoje está liberada a construção de garagens sem a limitação da área. “A garagem é condição básica para alavancar as vendas.”

 

 

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