09/09/2007

Um feirão moderno

Fonte: O Globo

Compradores terão em mãos, no evento, lista de imóveis que atendem a seu perfil

DivulgaçãoZap o especialista em imóveisUma perspectiva do espaço, no CasaShopping, em que será realizado o salão

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Ao chegar para conhecer as ofertas de imóveis, o visitante diz o que procura — características, bairro e preço — e recebe uma listagem com todos que se enquadram naquele perfil. Com direito a imagens e informações gerais sobre cada um. Essa é a principal novidade do I Salão do Imóvel, que acontecerá no Rio entre os dias 17 e 21 de outubro.

A oferta é grande: de oito a dez mil unidades. Isso porque, além da carteira de imóveis da Patrimóvel, imobiliária que está promovendo o evento, qualquer um que queira vender sua casa, apartamento ou loja pode cadastrar o bem para ser negociado na feira. Se ele for vendido, o proprietário pagará o valor da corretagem.

O salão, que será montado numa área de seis mil metros quadrados no estacionamento do CasaShopping, terá dois setores: um de venda de produtos e outro institucional, dedicado às construtoras. No setor de venda, cada estande apresentará uma tipologia de imóvel (de um, dois, três ou quatro quartos, além de coberturas, casas, salas comerciais e lojas). Nesse espaço, haverá ainda um estande dos cartórios, que cuidará da liberação da documentação e das escrituras, e uma agência do Banco Real. Mediante a análise de risco de crédito, a instituição poderá conceder, na hora, financiamento habitacional.

A previsão é receber 15 mil visitantes

— Estaremos presentes no salão com novidades nas linhas de crédito, inclusive para quem quer comprar o segundo imóvel ou dar um upgrade no atual. Um dos novos produtos é o Real Imóvel Financiamento 100%, que dá ao comprador a opção de financiar até 100% do bem, desde que seja oferecido como garantia complementar o outro imóvel residencial de sua propriedade — garante Felix Cardamone, diretor-executivo de Crédito imobiliário do Real.

Segundo o presidente da Patrimóvel, Rubem Vasconcelos, são esperados mais de 15 mil visitantes interessados em comprar imóveis, o que deve gerar receitas acima de R$200 milhões. Vasconcelos ressalta que os imóveis oferecidos por pessoas físicas serão analisados pelo Banco Real e, não havendo restrição jurídica e financeira, serão colocados à venda:

— É uma segurança a mais na hora da compra. Os novos proprietários terão a garantia de que não haverá dor de cabeça lá na frente.

O gerente de propaganda Antonio Carlos Reis, dono de um dois-quartos no Rio 2, na Barra, já cadastrou seu imóvel no salão. Reis, que vai pedir R$240 mil pelo apartamento — comprado novo, há seis anos — acredita que o evento representa uma chance de fazer um negócio mais vantajoso:

— Como não tenho pressa, vou aguardar o salão, pois acredito que seja uma oportunidade de negociar o meu apartamento por um preço melhor.

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