12/01/2007

Uma cobertura mais perto do chão

Fonte: Jornal da Tarde

Rogério Assis/AEZap o especialista em imóveisA laje ganhou um deck e micro piscina e se transformou num solarium

A planta básica da residência brasileira reúne uma sala, um quarto, uma cozinha, um banheiro e, para espantar o calor, uma varanda, que, por falta de espaço, subiu para a laje. Essa cobertura improvisada transforma-se em um espaço de lazer para a família, com plantas, varal, churrasqueira.

É a repetição, pela sabedoria popular, do conceito de teto-jardim, criado pelo famoso arquiteto suíço Le Corbusier. Além de expandir o espaço, a cobertura recebe ventilação e melhora o conforto do ambiente logo abaixo dela.

Esse tipo de espaço é tão comum quanto a lareira na Europa. Nos edifícios, o mais comum é a construção de coberturas – apartamento maior e mais luxuoso.

O uso como espaço comum era moda nos anos de 1950, porém começa a voltar. No Japão e Nova York, os condomínios são obrigados a instalar jardins nas lajes.

As lajes podem ser feitas de dois tipos: maciça e pré-fabricada. Apesar de as pré-fabricadas serem mais caras, o custo com a mão-de-obra, o tempo de execução e o gasto com materiais são menores.

Existem também as lajes feitas em sapé e em materiais reciclados, como as caixas de leite longa vida.

Caso o dono do imóvel opte pelo sistema pré-fabricado, terá de exigir do fabricante certificado que garanta a qualidade do produto.

 

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