11/11/2013

Venda de imóveis usados tem melhor marca no semestre

Segundo o Creci-SP, as imobiliárias paulistas tiveram, em agosto, um crescimento de 15,21% nos negócios fechados em relação a julho

Fonte: ZAP Imóveis

As vendas de imóveis usados registraram, no último mês de agosto, o melhor desempenho do segundo semestre de 2013. No ano, os negócios deste segmento atingiram a segunda melhor marca, atrás somente dos contratos fechados em abril.

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Venda de imóveis usados tem melhor marca no semestre
Do total vendido no período, 61,66% foram apartamentos e 38,34% eram casas (Foto: Banco de Imagens / Think Stock)

Segundo o Creci-SP (Conselho Regional de Corretores de Imóveis do Estado de São Paulo), as imobiliárias paulistas tiveram, em agosto, um crescimento de 15,21% na comercialização dos imóveis usados em relação a julho.

Em abril, as vendas haviam sido 16,33% maiores que as realizadas em março nas 37 cidades pesquisadas mensalmente pelo conselho. No ano, o crescimento acumulado é de 28,46%.

“O mercado de imóveis usados vem sustentando esse crescimento graças à injeção de recursos dos financiamentos bancários”, afirmou José Augusto Viana Neto, presidente do Creci-SP, via nota.

Em agosto, foi com o dinheiro emprestado pelos bancos aos compradores que as imobiliárias conseguiram vender 60,14% das unidades que trocaram de dono.

O presidente do conselho destaca ainda que, à exceção do mês de janeiro, em todos os outros meses os financiamentos de bancos privados e públicos, especialmente da Caixa Econômica Federal, responderam por mais de 50% das vendas no estado.

“Mantido o crédito, a chegada do 13º salário, dos bônus e da participação em lucros e resultados aos bolsos das famílias pode fazer com que o ano termine no azul, senão em todo o mercado, ao menos em vários segmentos e regiões”, completou Viana Neto.

Houve crescimento nas vendas em duas das quatro regiões que compõem a pesquisa: Capital, com alta de 28,2%, e Litoral, com aumento de 78,65%.

Já as vendas no Interior e nas cidades que compõem a Grande São Paulo (Santo André, São Bernardo, São Caetano, Diadema, Osasco e Guarulhos) registram queda: 26,73% e 20,32%, respectivamente.

Do total vendido no mesmo período, 61,66% foram apartamentos e 38,34% eram casas. Os imóveis mais vendidos foram os de R$ 3 mil o metro quadrado, com 23,28% de participação.

Os bens usados de até R$ 2 mil o metro quadrado representaram 23,12%, enquanto os de R$ 3.001 a R$ 4 mil alcançaram 19,26% do total vendido.

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