10/12/2012

Vendas de imóveis novos em SP caem 2,2% em outubro, diz Secovi-SP

Em outubro, foram lançados 2.359 unidades, recuo de 38% ante setembro e menos 26,9% em relação ao mesmo mês do ano passado

Fonte: ZAP Imóveis

As vendas de imóveis residenciais novos na cidade de São Paulo totalizaram 1.972 unidades em outubro, queda de 46,3% ante setembro e de 2,2% em relação ao mesmo mês do ano passado. As vendas acumuladas entre janeiro e outubro chegaram a 21.176, número 3,3% abaixo do registrado no mesmo período de 2011. A pesquisa foi divulgada nesta segunda-feira (10) pelo Sindicato da Habitação de São Paulo (Secovi-SP).

Vendas de imóveis novos em SP caem 2,2% em outubro, diz Secovi-SP
Lançamentos apresentaram queda mais acentuada na comparação com 2011 (Foto: Thinkstock)

Os lançamentos apresentaram queda mais acentuada na comparação com 2011. Em outubro, foram lançados 2.359 unidades, recuo de 38% ante setembro e menos 26,9% em relação ao mesmo mês do ano passado. No acumulado dos primeiros dez meses de 2012, foram lançados 26.551 imóveis, 29% menos que no mesmo período de 2011. No entanto, outubro foi o segundo mês com maior volume de lançamentos, perdendo apenas para setembro, que atingiu 3.805 unidades.

Apesar de não repetir os resultados de setembro, está mantida a percepção de retomada de crescimento. Lançou-se em outubro o segundo maior volume de unidades de 2012, inferior apenas a setembro. O desempenho de vendas de outubro para período de 12 meses (60,9%) foi superior à média do ano, de 60,5%.

Para o Secovi-SP, a redução de atividades econômicas de forma globalizada contribuiu para a timidez na desenvoltura da economia brasileira e, consequentemente, do mercado imobiliário neste ano. “Além disso, outros fatores devem ser levados em conta na análise dos resultados, como os gargalos da legislação e a demora no processo de licenciamento de projetos. Os custos financeiros resultantes da demora na aprovação e as contrapartidas exigidas pelos licenciadores vêm contribuindo para reduzir a produção de novos empreendimentos, encarecer o custo do terreno e elevar o preço dos imóveis”, assinala o presidente do Secovi-SP, Claudio Bernardes.

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