10/09/2009

Vendas na capital cresceram 10,75% e os apartamentos foram os preferidos

(Foto: Ulisses Cavalcante)
 Maioria das vendas, tanto de casas quanto de apartamentos, foi feita à vista  (Foto: Ulisses Cavalcante)

As 398 imobiliárias que responderam à pesquisa Creci-SP venderam em julho, na capital, 253 imóveis, elevando de 0,5740 para 0,6357 o índice de vendas do período – uma alta de 10,75%. Os apartamentos foram líderes de venda, com 58,5% do total de negócios efetivados, ficando as casas com os 41,5% restantes. A maioria das vendas, tanto de casas quanto de apartamentos, foi feita à vista – 51,46% dos imóveis mudaram de mãos desta forma.

Com relação aos financiamentos, se não fosse a Caixa Econômica Federal (CEF), o desempenho apresentado pelos bancos seria irrisório. Sozinha, a CEF financiou 46,6% das vendas enquanto todos os outros bancos não chegaram a 1% (0,97%, mais precisamente). As vendas feitas de forma parcelada pelos proprietários somaram 0,97% das transações e não houve registro de compra por meio de consórcio.

Imóveis usados com valor médio de até R$160 mil concentraram 59,62% das vendas em julho na capital, segundo a pesquisa apurou com as imobiliárias respondentes. No mercado de apartamentos, houve cinco registros de alta e cinco de baixa de preços médios. O maior aumento foi registrado na Zona D, que agrupa bairros como Limão, Pari, Parque São Domingos, Penha. Subiu 28,99% o preço médio do metro quadrado de apartamentos de padrão standard com tempo de construção entre 8 e 15 anos – de R$ 1.345,92 em junho para R$ 1.736,11 em julho.

A maior baixa no preço dos apartamentos foi registrada na Zona A, onde estão reunidos bairros como Higienópolis, Itaim Bibi e Jardim América – o metro quadrado de imóveis com 8 a 15 anos de construção e de padrão médio baixou 22,56%, passando de R$ 2.671,71 em junho para R$ 2.068,97 em julho.

No segmento de casas, a pesquisa da entidade registrou 4 registros de alta e dois de baixa dos preços médios dos tipos de imóveis que as imobiliárias declararam ter vendido em julho. A maior alta, de 82,81%, foi a de casas de padrão médio construídas há mais de 15 anos e localizadas em bairros da Zona D – o preço médio pulou de R$ 972,22 em junho para R$ 1.777,27 em julho. A maior baixa se deu na Zona C – casas de padrão médio com tempo de construção entre 8 e 15 anos foram vendidas em julho por R$1.466,66 o metro quadrado, 27,4% a menos que os R$ 2.020,20 apurados em junho.

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