20/10/2008

Viva a lei do menor esforço

Fonte: Jornal da Tarde

O lar é lugar de descanso. Portanto, deixe o trabalho por conta das máquinas

Imagine ser acordado todos os dias com a luz do sol invadindo o quarto em um horário programado em vez do barulho do despertador. Ou ficar tranqüilo em dia de chuva mesmo que tenha esquecido a janela de casa aberta, pois elas vão fechar sozinhas. As inovações tecnológicas em esquadrias vão além do material que são produzidas as estruturas e já chegam na motorização das estruturas tornando o controle à distância de portas e janelas possível.

“Cada vez, há mais produtos no mercado com preços mais acessíveis e que trazem conforto e praticidade para os lares”, afirma o arquiteto Marcelo Rosset, que usa janelas com persianas automatizadas em seus projetos.

A motorização de janelas custa a partir de R$ 500, com controle por botões instalados na própria janela ou porta. No entanto, ela também pode ser feita por um controle remoto, timer e até por telefone, dependendo do produto escolhido.

Os sensores acoplados ao motor ainda garante a inteligência dos produtos, que fecham em caso de chuva, vento ou sol forte, e abrem em caso de incêndio. Ainda podem ser integrados a alarmes de segurança que disparam sirenes e fecham as persianas ou com sensor de presença com infravermelho ligado ao alarme central do imóvel. “É um mercado em constante evolução em todos os aspectos, seja material, pintura ou automatização. O mercado de esquadrias está aquecido e deve permanecer em alta nos próximos três anos, pelo menos, com o volume de lançamentos de empreendimentos feitos até agora”, conta José Roberto Servieri, presidente do Grupo Cipa, que organiza a sétima edição da Feira Internacional de Esquadrias, Ferragens e Componentes (Fesqua), que se encerra hoje na Capital.

Entra as empresas participantes do evento está a Somfy, especializada em fabricação de motores para automatização de esquadrias e fachadas. “Nosso mercado é 50% residencial, e esse é um produto que já sai do alto padrão e chega ao médio”, conta Pedro Maia, gerente de marketing.

A companhia fabrica motores para persianas de enrolar, janelas basculantes e toldos, que podem ser acionados por botões na peça ou controle remoto, além de sensores de luz, vento ou fumaça. “São motores de ruído muito baixo, com consumo de energia equivalente a uma lâmpada comum”, explica Maia.

Segundo o arquiteto Rosset, as persianas antigas manuais também podem ser motorizadas. “A obra vai ser puxar o ponto de energia elétrica até o local, mas o motor pode ser montado na própria janela se houver o espaço para o equipamento. O interruptor pode ficar na própria peça”, afirma o profissional.

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